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Olá caros utilizadores. Tenho andado com ideias de escrever algo mais profundo sobre o detalhe mas o escasso tempo livre tem-me impedido de tal, contudo e como nunca é tarde, aqui segue. O detalhe apareceu há cerca de 5 anos atrás, por meio de uma pessoa que começou com o movimento detalhistico em Portugal. Foi numa altura em que o mesmo importava produtos dos Estados Unidos da América, altura em que desejava algo mais no cuidado automóvel, nunca estava satisfeito de tal…de seu nome José Viegas. Criou um fórum, criou empresa e hoje é uma referência no mercado. Mas o que me leva a escrever é sobre a arte em si. Em Portugal existe uma desvantagem para a arte, na sua maioria, as pessoas acham que um automóvel é um bem descartável e não ligam nada ao mesmo. Claro que existe um público a quem o detalhe é a solução para os seus dilemas, este público gosta do seu automóvel e tenta cuidar o máximo possível. Direi mais, noto que cada vez mais as pessoas ficam sensibilizadas e nunca ficam indiferentes a um bom detalhe. Nem deveria falar em bom ou mau detalhe, a arte tem de ser sempre o máximo do cuidado automóvel. É ingrato falar nas outras pessoas mas devido à arte, para nós, ser um passatempo extra actividade profissional, estamos em posição de poder criticar sem qualquer peso na consciência. Estes tais pseudo-detalhistas deixam uma marca negativa e só as pessoas que não conhecem os bons detalhes poderão afirmar que ficaram satisfeitas, embora nalguns casos seja mais que evidente a falta de profissionalismo incumbido a um detalhe. Existem fóruns dedicas à arte, basta pesquisar nos motores de busca sobre “detalhe”. Avançando, isto é uma arte, não é um serviço banal como as oficinas oficiais das marcas ou aquelas não oficiais, não existe know-how e muito menos é viável às oficinas praticarem detalhe. Digo isto porque imaginem passar 25 horas à volta de um carro…imaginem cobrarem hipoteticamente 35€ por hora…o custo final seria um absurdo, consequentemente e como não é qualquer pessoa que está disposta a pagar tal por um serviço neste âmbito, os lucros baixariam drasticamente. Mas para combater isto existem as pessoas que por mero hobbie se dedicam a tal arte, também já existe quem o pratique como actividade profissional, principal. Neste percurso de 3 anos, tenho vivido várias experiências no campo. Felizmente tudo tem corrido às mil maravilhas, tanto na abordagem com os clientes mas também nos detalhes propriamente ditos. Criei laços de amizade muito positivos, muitos clientes tornaram-se pessoas marcantes na vida e sobretudo existe fidelização. Isto deixa-me extremamente feliz, sinto-me realizado e o nome Máximo Detalhe é hoje uma referência, as pessoas sabem com o que podem contar entregando a sua viatura para as nossas mãos. Apostamos na qualidade, não nos interessa muitos trabalhos, interessa é uma carteira de clientes fidedigna, hoje mais que nunca! Adoro a arte, adoro ficar com todo o corpo dorido mas no final ver os resultados alcançados. Nada iguala as caras dos clientes aquando da entrega dos automóveis, muitas das vezes é mesmo indescritível! Como muitas pessoas dizem: “não acreditava mas esperava” - acho que isto diz muito. Estou a vangloriar a Máximo Detalhe, claro que sim. É óptimo o reconhecimento público dos nossos trabalhos, é óptimo sentirmos realizados, é fascinante trabalhar com gosto! E isto é o principal para a tentativa da perfeição. Orgulho-me muito de fazer parte deste nome e ser a pessoa que continua a lutar para que mantenhamos o nome, a marca, o destaque por muito tempo. Apesar do pouco tempo que temos para nos dedicarmos ao detalhe, sempre que possível adicionamos novo cliente na lista de pendentes, sempre que possível. E aqui deixo o meu agradecimento público a todos que nos têm seguido, muitos desde o nosso inicio, desde aquele “trabalhito” numa Mercedes C200, o nosso primeiro trabalho, um marco na nossa história, como primeiro é sempre aquele que recordamos com saudade, ainda mais quando revemos as fotos e ainda hoje nos orgulhamos dos resultados alcançados. Mais uma vez, obrigado minha gente! Ass: Diogo Almeida
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